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II Ursap realiza palestra sobre Depressão e Risco de Suicídio

II Ursap realiza palestra sobre Depressão e Risco de Suicídio Por ano, quase 800 mil pessoas em todo o mundo cometem suicídio Em comemoração ao Setembro Amarelo, a II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), por meio do Programa Regional de Saúde Mental realizou quarta-feira (3) de setembro, às 9h, no auditório deputado Leônidas Ferreira da unidade de saúde, uma palestra sobre Depressão e Risco de Suicídio.

DRA WILNE QUEIROZ 3

O evento foi coordenado pela Referência Técnica do Programa Regional de Saúde Mental da II Ursap, pedagoga Neide Rebouças de Oliveira. A palestrante foi a médica psiquiatra Geilne Queiroz. Estiveram presentes ao evento Referência Técnica do Programa Regional de Saúde Mental da II Ursap, pedagoga Neide Rebouças de Oliveira, a ex-prefeita de Mossoró, enfermeira Fafá Rosado, o coordenador de Recursos Humanos, advogado Marcelo Cavalcanti Barbosa, coordenadora do Núcleo Técnico, assistente social, Cinthia Simão de Souza e técnicos de saúde. PERFIL DA PALAESTRANTE PSIQUIATRA GEILNE QUEIROZ A psiquiatra Geilne Queiroz é graduada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

DRA GEILNE QUEIROZ

Realizou residência em Psiquiatria no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) – UFRN. É especialista em Atenção Básica em Saúde pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Perita Oficial Psiquiatra do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP-RN), desde 2018. Psiquiatra da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), lotada no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). Perita Judicial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ-RN) e da Justiça Federal do Estado do Rio Grande do Norte (JF-RN).

Tem formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo Camboim & Petrucci – Instituto de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental em Natal-RN. Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental em andamento. Professora convidada para os cursos do Camboim & Petrucci – Instituto de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental em Natal. Setembro é o mês em que é realizada a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, sendo o dia 10 desse mês o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Essa campanha, conhecida como “Setembro Amarelo”, foi criada no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Essa é uma campanha de extrema importância, uma vez que o suicídio é um problema grave de saúde pública e que, muitas vezes, pode ser evitado. DADOS “A cada ano, cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida mundo e um número ainda maior de indivíduos tenta suicídio.

Trata-se de um grave problema de saúde pública. Cada suicídio é uma tragédia que afeta famílias, comunidades e países inteiros e tem efeitos duradouros sobre as pessoas deixadas para trás.

O suicídio ocorre durante todo o curso de vida e foi a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo no ano de 2016”, disse a psiquiatra Geilne Queiroz. “A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no planeta. De acordo com a OMS, todos os países, sejam eles ricos ou pobres, registram casos de suicídio.

Todavia, quase 80% desses óbitos são identificados em nações de renda baixa e média, segundo dados de 2016. A maioria das ocorrências acontece em zonas rurais e agrícolas.

A OMS lembra que, nos países de renda alta, já foi reconhecido um vínculo entre suicídio e problemas de saúde mental, como depressão e transtornos de uso de álcool”, ressalta a palestrante. Transtornos mentais que levam ao suicídio

Transtorno relacionado ao uso de álcool e substâncias – É a segunda doença mental mais associada ao suicídio, após os transtornos do humor. Contribui com mais de 22% dos suicídios.

• Esquizofrenia – A esquizofrenia contribui com mais de 11% dos suicídios, por isso a importância da identificação precoce para a prevenção, e principalmente a aceitação da família de que sofre de um transtorno, assim o tratamento faz-se eficaz.

Transtorno bipolar – Entre 30% e 50% dos brasileiros portadores de transtorno bipolar tentam suicídio. Essa é a estimativa sustentada pela ABTB (Associação Brasileira de Transtorno Bipolar).

• Transtorno de personalidade – Esta doença pode levar a um excesso de dependência emocional e dificuldades em estabelecer relações profundas. Contribui com mais de 12% dos suicídios

• “Caicó e Currais Novos, municípios da região Seridó do Estado do Rio Grande Norte, são as cidades e que registram a maior mortalidade por suicídio”, destaca a médica psiquiatra Geilne Queiroz. Abdias Duque de Abrantes Assessor de Comunicação Social II Ursap MTB-PB Nº 604 Por ano, quase 800 mil pessoas em todo o mundo cometem suicídio.

Em comemoração ao Setembro Amarelo, a II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), por meio do Programa Regional de Saúde Mental realizou quarta-feira (3) de setembro, às 9h, no auditório deputado Leônidas Ferreira da unidade de saúde, uma palestra sobre Depressão e Risco de Suicídio. O evento foi coordenado pela Referência Técnica  do Programa Regional de Saúde Mental da II Ursap, pedagoga Neide Rebouças de Oliveira.

A palestrante  foi a médica psiquiatra Geilne Queiroz. Estiveram presentes ao evento Referência Técnica  do Programa Regional de Saúde Mental da II Ursap, pedagoga Neide Rebouças de Oliveira, a ex-prefeita de Mossoró, enfermeira Fafá Rosado, o coordenador de Recursos Humanos, advogado Marcelo Cavalcanti Barbosa, coordenadora do Núcleo Técnico, assistente social, Cinthia Simão de Souza e técnicos de saúde.

PERFIL DA PALAESTRANTE PSIQUIATRA GEILNE QUEIROZ

A psiquiatra Geilne Queiroz é graduada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Realizou residência em Psiquiatria no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) – UFRN. É especialista em Atenção Básica em Saúde pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Perita Oficial Psiquiatra do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP-RN), desde 2018. Psiquiatra da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), lotada no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). Perita Judicial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ-RN) e da Justiça Federal do Estado do Rio Grande do Norte (JF-RN). Tem formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo Camboim & Petrucci – Instituto de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental em Natal-RN. Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental em andamento. Professora convidada para os cursos do Camboim & Petrucci – Instituto de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental em Natal.

Setembro é o mês em que é realizada a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, sendo o dia 10 desse mês o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Essa campanha, conhecida como “Setembro Amarelo”, foi criada no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Essa é uma campanha de extrema importância, uma vez que o suicídio é um problema grave de saúde pública e que, muitas vezes, pode ser evitado.

DADOS

“A cada ano, cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida mundo e um número ainda maior de indivíduos tenta suicídio. Trata-se de um grave problema de saúde pública. Cada suicídio é uma tragédia que afeta famílias, comunidades e países inteiros e tem efeitos duradouros sobre as pessoas deixadas para trás. O suicídio ocorre durante todo o curso de vida e foi a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo no ano de 2016”, disse a psiquiatra Geilne Queiroz.

 “A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no planeta. De acordo com a OMS, todos os países, sejam eles ricos ou pobres, registram casos de suicídio. Todavia, quase 80% desses óbitos são identificados em nações de renda baixa e média, segundo dados de 2016. A maioria das ocorrências acontece em zonas rurais e agrícolas. A OMS lembra que, nos países de renda alta, já foi reconhecido um vínculo entre suicídio e problemas de saúde mental, como depressão e transtornos de uso de álcool”, ressalta a palestrante.

Transtornos mentais que levam ao suicídio

·         Transtorno relacionado ao uso de álcool e substâncias –  É a segunda doença mental mais associada ao suicídio, após os transtornos do humor. Contribui com mais de 22% dos suicídios.

 ·         Esquizofrenia –  A esquizofrenia contribui com mais de 11% dos suicídios, por isso a importância da identificação precoce para  a prevenção, e principalmente a aceitação da família de que sofre de um transtorno, assim o tratamento faz-se eficaz.

       ·   Transtorno bipolar –  Entre 30% e 50% dos brasileiros portadores de transtorno bipolar tentam suicídio. Essa é a estimativa sustentada pela ABTB (Associação Brasileira de Transtorno Bipolar).

  • Transtorno de personalidade – Esta doença pode levar a um excesso de dependência emocional e dificuldades em estabelecer relações profundas. Contribui com mais de 12% dos suicídios

  • “Caicó e Currais Novos, municípios da região Seridó do Estado do Rio Grande Norte, são as cidades e que registram a maior mortalidade por suicídio”, destaca a médica psiquiatra Geilne Queiroz.

Abdias Duque de Abrantes

Assessor de Comunicação Social

II Ursap MTB-PB Nº 604

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