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Indústria paraibana perdeu 3.218 postos de trabalho em fevereiro

De acordo com os dados do IBGE, no acumulado de 2021, a Paraíba perdeu 310 postos de trabalho.

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Com 13.230 admissões e 13.366 demissões registradas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Paraíba teve saldo negativo de 136 postos de trabalho em fevereiro. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com os dados divulgados, as maiores perdas foram nos setores de indústria (-3.218 postos) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-904).

Os setores com maior geração de emprego no estado durante o período foram os de serviços (2.212 postos a mais), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (926) e construção (848).

No acumulado de 2021, a Paraíba perdeu 310 postos de trabalho – foram 25.087 empregos gerados e 25.397 perdidos. Já no período de 12 meses (março de 2020 a fevereiro de 2021), o estado registrou saldo positivo de 13.040 postos de trabalho – 127.143 admissões e 114.103 demissões.

Brasil

O Brasil criou 401.639 postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro. O número é o melhor para fevereiro ao menos desde 2010, período que abrange a série de dados do Novo Caged. As informações foram divulgadas no portal R7.

O segundo resultado positivo seguido do indicador correu após 1.694.604 contratações e 1.292.965 demissões no período. Os números elevam em 1% o estoque de empregos com carteira assinada no Brasil, para 40.022.748, maior volume pelo menos desde fevereiro do ano passado.

No acumulado do primeiro bimestre, as admissões formais superam os desligamentos em 659.780 postos, maior valor para janeiro e fevereiro da série do indicador, iniciada em 2010. No período, foram 3.269.417 contratações e 2.609.637 demissões.

Mais uma vez todos os setores de atividade puxaram o saldo positivo do Caged, com destaque para o segmento de serviços, com 253.543 vagas criadas. Na sequência, aparecem a indústria (185.209), a construção (87.348), o comércio (77.207) e a agricultura (56.676).

Fonte: Portal Correio

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