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Sindicato dos Servidores de Bernardino Batista adere à Greve Geral do Dia 14 de Junho

O Sindicato Servidores Municipais de Bernardino Batista/PB, decidiu aderir à Greve Geral do dia 14 de junho contra a reforma da Previdência, em defesa da Educação e contra o desemprego. A Diretoria do Sindicato convoca todos os servidores para o ato. Um ofício foi encaminhado ao prefeito municipal assinado pela Secretária de Políticas Públicas da Central Única dos Trabalhadores (CUT-PB), sindicalista Elinete Lourenço Rolim e pelo presidente do Sindicato Servidores Municipais de Bernardino Batista/PB, professor Hiltom Paulo Araújo Almeida.

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O Sindicato Servidores Municipais de Bernardino Batista/PB em conjunto com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Centrais Sindicais (CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, UGT, Nova Central, CSP- Conlutas e Intersindical), Frentes, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal – CUT (Confetam/CUT) e a Federação dos Servidores Públicos Municipais no Estado da Paraíba (Fespem-PB), assim como movimentos sociais  que estão engajados nesta greve por país melhor.

Trabalhadoras e trabalhadores de mais de 170 cidades de todas as Regiões do país já confirmaram que, após as paralisações dos locais de trabalho, também vão fazer ato político contra a reforma da Previdência, os cortes na educação e por empregos. Atos estão previstos nos 26 estados da federação e trabalhadores ocuparão as praças públicas, grandes centros urbanos e as periferias em defesa da Previdência pública e solidária. O número de desempregados e de desalentados, quando somados aos subempregados, bate os 28 milhões fora do mercado de trabalho formal. Dia 14 de junho é greve geral. É dia  de paralisação, é dia de mandar um recado ao governo de Jair Bolsonaro (PSL): não mexa nas nossas aposentadorias.

“A greve geral é de todos. Sexta-feira não é para ir trabalhar, é dia de ficar em casa. É dia de cruzar os braços e dizer que não aceitamos os ataques aos nossos direitos, à soberania nacional e à democracia”

Vagner Freitas – Presidente da CUT.

“Nós, professores, fizemos a nossa tarefa nos dias 15 e 30 de maio parando milhões de trabalhadores da educação e jovens de todo o país. Agora, nós daremos um grande exemplo, no dia 14 de junho, parando as atividades para derrotarmos a reforma da Previdência, em defesa da Educação, contra o desemprego e esse governo que pretende acabar com as nossas vidas. Vamos lutar pela retomada do crescimento econômico com geração de emprego e distribuição de renda”,  disse o sindicalista e presidente do sindicato Hiltom Paulo Araújo Almeida.

 

 

Abdias Duque de Abrantes

Jornalista MTB-PB Nº 604

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